João Félix sobre o irmão Antônio Félix: ‘foi divergência de ideias, mas é meu irmão’

João Félix falou a respeito sobre ter disputado a eleição municipal contra seu irmão, o ex-deputado estadual Antonio Félix.

Prefeito eleito de Campo Maior. Foto: Reprodução Meio Norte.

Por Campomaioremfoco

O prefeito eleito de Campo Maior, João Félix de Andrade (MDB) falou nesta quinta-feira (19/11) sobre ter disputado a eleição municipal contra seu irmão, o ex-deputado estadual Antonio Félix, que indicou a esposa como vice-prefeita do atual prefeito Professor Ribinha (PT). A declaração foi dada a TV Meio Norte.

Ao responder como foi disputar disputar a eleição contra o irmão Antonio Félix, João disse que infelizmente foi divergência de ideias.

“Foi bem diferente, porque sempre o Antonio sempre esteve conosco nas eleições que eu disputei.  Nas eleições dele também como candidato a deputa. Infelizmente foi divergência de ideias. Ele entendeu de uma forma e eu entendi de outra e ele foi para o lado dos nossos opositores e colocou a esposa [Cintia Melo], mas não tiverem êxito. O povo entendeu que estava comigo e fico feliz, mas o Antonio é meu irmão e nunca vai deixar de ser. A gente divergiu nessa eleição, mas quem sabe na futura… O futuro a Deus pertence” respondeu.

João Félix falou também da disputa eleitoral contra o professor Ribinha. Ele disse que estava praticamente sozinho em termo de apoio de liderança, com apenas um vereador de mandato.

“Foi uma eleição dura. Eu era praticamente sozinho. Formamos três grupos pequenos e fomos para a luta contra o governo do estado, governo municipal e muita gente por trás” comentou.

O prefeito eleito falou sobre obras paradas em Campo Maior e disse que encontrou o município bem diferente do que deixou há 10 anos.

“Frequentei praticamente todos os bairros e zona rural. Encontramos Campo Maior totalmente diferenciada da que deixei em 2010. Encontrei uma cidade pobre demais e já estamos detectando muitos problemas” disse.

João Félix disse que sabe dos desafios, mas já tem mais experiência e no máximo em 6 meses estará com a prefeitura nos “eixos”. Disse que espera uma boa relação com o Governo do Estado e com os secretariados para buscar parcerias, principalmente para a Saúde de Campo Maior e fez críticas ao fato do Hospital Regional de Campo Maior não ter uma Unidade de Terapia Intensiva.

Ele finalizou a entrevista dizendo que a partir de primeiro de janeiro, a população terá uma nova Campo Maior.

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