Protocolo de médica piauiense recupera pacientes com covid-19 em Floriano.

FONTE: Campomaioremfoco

A doutora Marina Bucar Barjud, que mora em Madri, é coordenadora científica da Universidade de Zaragoza, na Espanha.

Seguindo protocolos estabelecidos pela conterrânea Doutora Marina Bucar Barjud, que mora em Madri, coordenadora científica da Universidade de Zaragoza, na Espanha, médicos do Hospital Regional Tibério Nunes, em Floriano, interior do Piauí, salvaram 8 pacientes do coronavírus com aplicação de um eficiente coquetel à base de hidroxicloroquina, azitromicina e corticóides em fases iniciais dos sintomas da doença.

Marina é coordenadora científica da Universidade de Zaragoza, na Espanha.

Os pacientes deram entrada com sintomas da doença e foram submetidos aos procedimentos nas fases I (infecciosa) e II. A (inflamatória sem hipóxia). Conforme o oncologista Sabas Vieira, com rápida evolução positiva dos quadros clínicos após aplicação dos remédios, nenhuma das pessoas precisaram ser internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O especialista cita a eficiência do protocolo no tratamento de pacientes infectados pelo coronavírus no Piauí.

Os novos e revolucionários métodos para enfrentamento à doença começam a ser preparados para aplicação no Brasil inteiro.

RECUPERADOS.

Uma mulher, de 31 anos, e um homem, de 34, receberam alta do Hospital Regional Tibério Nunes, em Floriano, na quinta-feira (07), após serem curados da Covid-19.

Segundo o diretor clínico do hospital, médico Justino Moreira, o tratamento se deu à base de corticoides e antibióticos, conforme o protocolo adotado pela especialista Marina Bucar Barjud.

A médica Marina Bucar Barjud, também de Floriano, tratou mais de 600 pacientes com o coronavírus em Madrid, onde a mortalidade por Covid-19, a partir dos mesmos procedimentos, caiu de 20% para 1,8%, nos últimos dias.

Drª Marina Bucar formou na Universidade Federal do Piauí (Campus de Teresina) em 2006. É Coordenadora do Núcleo de Pesquisa Científica da Faculdade de Ensino Superior de Floriano (FAESF).

É Médica Especialista em Medicina Interna com Doutorado pela Universidade de Zaragoza. Possui Mestrado em Bioestatística, revisora de Revista Científica Internacional, com livro publicado com grande mestre em pesquisa de cardiologia. Trabalha no Hospital HM Puerta del Sun em Madrid e Professora da Universidade de Medicina CEU – SAN Pablo.

Por causa dos resultados extraordinários das pesquisas, em parceria com cientistas espanhóes, passou a ser requisitadas em todo o território nacional para vídeo-conferências com médicos e organizações na área da saúde, setor público e privado, assim como participações diárias em transmissões pela internet com profissionais e gestores públicos para levar informação à sociedade sobre a doença.

O QUE DIZ A SESAPI?

O Em Foco entrou em contato com a Secretária de Saúde e disse que, “A SESAPI não vai se posicionar sobre o assunto. Todas as informações devem ser buscadas diretamente com o diretor clinico do Hospital”.

GOVERNADOR AUTORIZA O USO DA CLOROQUINA

No dia 09 de abril o governador Wellington Dias anunciou a compra de medicamentos à base de cloroquina, hidroxicloroquina e azitromicina. A iniciativa está relacionada à elaboração de um protocolo em conjunto com os estados do Pará e Ceará que visa a utilização controlada destas substâncias para o tratamento de doentes infectados com o Coronavírus Sars-CoV-2.

Durante reunião com o COE, nesta quarta-feira (8), o chefe do executivo estadual autorizou a compra dos medicamentos. “Autorizei ao secretário de Saúde, Florentino Neto, a partir de orientação do Comitê de Organização Emergencial (COE), a compra de mais medicamentos à base de cloroquina e hidroxicloroquina. Autorizei também a compra da azitromicina para compor o coquetel”, disse o governador.

Wellington Dias comentou ainda sobre a elaboração de um protocolo no Piauí para a administração dos remédios. “Nossos médicos estão elaborando esse protocolo que dá segurança tanto para o médico quanto ao paciente. Eles estão dialogando com profissionais do Ceará e do Pará e esse documento deve sair ainda nesta quarta-feira (8).”

Início.

No protocolo já usado no Ceará e Pará, as substâncias são administradas no estágio inicial da Covid-19, com o objetivo de fazer com que os primeiros sintomas não evoluam para as perigosas infecções pulmonares. Neste caso, é utilizado um coquetel com base em hidroxicloroquina e azitromicina.
A cloroquina tem sido utilizada experimentalmente em casos confirmados de Covid-19 em vários lugares do mundo e é um medicamento é usado originalmente para tratamentos de malária e doenças reumáticas.

Com informações do Carta Piauí. E redação do Campomaioremfoco.

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